Houve
um tempo em que a minha janela se abria para um telhado e, por sobre ele, eu
avistava um caquizeiro frondoso. Erguia-se ele diante da linha do horizonte, na
qual o sol amarelava e avermelhava o céu, quando ia se deitar, e a noite vinha
cobrir-lhe o sono com o seu manto estrelado. Houve esse tempo num tempo que
houve.
©
Gracinda Ferreira

Nenhum comentário:
Postar um comentário