O
tempo bate na minha janela
e urge nas passadas largas do vento,
corro ao lugar que busco
sem mapas nem bússolas,
pois é sempre em ti que o encontro.
É o teu ser que o tempo me traz
nas lembranças dos nossos momentos,
diluídos nos meses e dias deixados para trás...
É a tristeza que experimento ao me levantar,
que adoece este coração apaixonado,
sem saber a razão do teu silêncio,
num tempo desperdiçado sem palavras
nem gestos de farto carinho...
O tempo bate na minha janela
e o vento foge em largas passadas,
em seu trajeto me leva tristonha,
sem tua voz a me dizer
que, por vezes, ainda me sonhas...
© Gracinda Ferreira
e urge nas passadas largas do vento,
corro ao lugar que busco
sem mapas nem bússolas,
pois é sempre em ti que o encontro.
É o teu ser que o tempo me traz
nas lembranças dos nossos momentos,
diluídos nos meses e dias deixados para trás...
É a tristeza que experimento ao me levantar,
que adoece este coração apaixonado,
sem saber a razão do teu silêncio,
num tempo desperdiçado sem palavras
nem gestos de farto carinho...
O tempo bate na minha janela
e o vento foge em largas passadas,
em seu trajeto me leva tristonha,
sem tua voz a me dizer
que, por vezes, ainda me sonhas...
© Gracinda Ferreira
arte: Salvador Dali

Nenhum comentário:
Postar um comentário