A todo
instante, neste mundo de meu Deus, nascem crianças, não só em manjedouras, mas
também em favelas, em acampamentos de refugiados, em barracas de desabrigados,
em aldeias indígenas, em tribos africanas, em quilombos, no árido sertão, nas
montanhas do Oriente... Esse "espírito" natalino, que assoma no
horizonte repetidamente a cada dezembro, deveria permanecer nos outros onze
meses do ano, para que o olhar humano pudesse se voltar para todos os
necessitados a cada tique-taque do relógio da vida.
Por um
mundo mais justo, mais tolerante e igual na paz entre os homens de boa vontade,
um FELIZ NATAL!
©
Gracinda Ferreira

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